Carlos Vidal na Damaia
Naquela que será uma das últimas apresentações do seu mais recente solo de stand-up comedy, Carlos Vidal disseca a normalidade e exalta o absurdo do lado clínico e humano, que todo o médico também é.
Naquela que será uma das últimas apresentações do seu mais recente solo de stand-up comedy, Carlos Vidal disseca a normalidade e exalta o absurdo do lado clínico e humano, que todo o médico também é.
Naquela que será uma das últimas apresentações do seu mais recente solo de stand-up comedy, Carlos Vidal disseca a normalidade e exalta o absurdo do lado clínico e humano, que todo o médico também é.
As Vaginas e Eu
Tudo o que ficou por dizer
Uma das maiores apresentadoras de sempre da televisão portuguesa, Teresa Guilherme apresenta-se a solo com o espetáculo de humor intitulado “As Vaginas e Eu – Tudo o que ficou por dizer”.
Durante 70 minutos, Teresa Guilherme aborda com humor as conversas secretas (que as mulheres vão tendo entre si e que os homens nem sonham) sobre as suas relações com os seus maridos.
De forma interativa e carregada de gargalhada, são quebrados tabus e preconceitos que continuam a ser uma realidade das mulheres na sociedade.
Num espetáculo alucinante e muito divertido, nada ficará por dizer.
As Vaginas e Eu
Tudo o que ficou por dizer
Uma das maiores apresentadoras de sempre da televisão portuguesa, Teresa Guilherme apresenta-se a solo com o espetáculo de humor intitulado “As Vaginas e Eu – Tudo o que ficou por dizer”.
Durante 70 minutos, Teresa Guilherme aborda com humor as conversas secretas (que as mulheres vão tendo entre si e que os homens nem sonham) sobre as suas relações com os seus maridos.
De forma interativa e carregada de gargalhada, são quebrados tabus e preconceitos que continuam a ser uma realidade das mulheres na sociedade.
Num espetáculo alucinante e muito divertido, nada ficará por dizer.
As Vaginas e Eu
Tudo o que ficou por dizer
Uma das maiores apresentadoras de sempre da televisão portuguesa, Teresa Guilherme apresenta-se a solo com o espetáculo de humor intitulado “As Vaginas e Eu – Tudo o que ficou por dizer”.
Durante 70 minutos, Teresa Guilherme aborda com humor as conversas secretas (que as mulheres vão tendo entre si e que os homens nem sonham) sobre as suas relações com os seus maridos.
De forma interativa e carregada de gargalhada, são quebrados tabus e preconceitos que continuam a ser uma realidade das mulheres na sociedade.
Num espetáculo alucinante e muito divertido, nada ficará por dizer.
Estreado em 2013, “Deixem o Pimba em Paz” conquistou o público com uma reinterpretação irreverente do repertório pimba, tendo percorrido Portugal de Norte a Sul, ilhas incluídas, e atravessando fronteiras até aos Estados Unidos da América e Brasil. Com centenas de apresentações realizadas desde a estreia, o sucesso de “Deixem o Pimba Em Paz” é um verdadeiro fenómeno de popularidade que cativa público de várias gerações há doze anos.
“Não é por acaso que numa festa na Quinta do Lago, aos primeiros acordes de uma música do Quim Barreiros, haverá uma debandada de berloques a correr para a pista de dança e a cantar o refrão em alegre e alta voz. O mesmo irá acontecer se, no meio de um churrasco em Massamá, alguém arriscar a mesma música. Os berloques serão porventura menos, mas a alegre e alta voz que canta o refrão terá a mesma força.
Há ainda outra coisa que estreita o eixo Quinta do Lago-Massamá: nenhum dos habitantes destas regiões sociais sabe muito mais do que o refrão. E é também uma pena, porque o melhor raramente vem no refrão. Ainda assim há poucos assuntos que liguem tão intimamente pessoas com gostos tão distintos. A mim sempre me fascinou o universo pimba. Por inteiro, com as suas letras, músicas, roupas, coreografias, etc.
Este espectáculo propõe-se a dar outra vida a essas canções, juntando músicos que fizeram arranjos de jazz e pop onde eles eram pouco prováveis. Assim, aparece Manuela Azevedo (vocalista dos Clã), para juntos darmos voz a esses temas. E a nós juntam-se as músicas de Quim Barreiros, Ágata, Marante e Marco Paulo, entre outros.
DEIXEM O PIMBA EM PAZ é um concerto e um espectáculo de desconstrução. E já não é pouco.”
Bruno Nogueira
Ideia Original e Direcção Bruno Nogueira
Direcção Musical Filipe Melo e Nuno Rafael
Produção Força de Produção
Com Bruno Nogueira, Manuela Azevedo, Filipe Melo, Nuno Rafael e Nelson Cascais
Depois de quase duas décadas a percorrer os mais diversos palcos, a dar vida a inúmeros personagens, do cinema à televisão e ao teatro, Inês Aires Pereira estreia-se, finalmente, num formato só seu. Se, nos últimos anos, nos deixámos contagiar pelas suas personalidades que nos fizeram rir e emocionar de diferentes formas, desta vez é a própria Inês quem ocupa o centro do palco, sem filtros, sem redes, sem personagens. Namastê é o primeiro espectáculo a solo de Inês Aires Pereira. Numa fase de grande transformação, inquietação, irritação, vulnerabilidade, ou lá o que isso é, Inês começa a sua viagem pelo autoconhecimento e partilha com o público o que lhe vai na alma. Não sei se vai rir ou chorar, mas, se se identificar com alguma coisa, ela já fica feliz. E não se esqueça, a vida começa quando o medo termina. NAMASTÊ.